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Condições para solicitar o visto de Gestão Empresarial: análise detalhada dos novos critérios de outubro de 2025

Análise ponto a ponto de todas as condições do novo critério de outubro de 2025 para o visto japonês de Gestão Empresarial (経営管理ビザ): capital de 30 milhões de ienes, contratação de funcionários em tempo integral, JLPT N2, experiência em gestão, avaliação de especialista, exigências de escritório e sistema de カテゴリー.

Baseado em dados oficiais da Agência de Serviços de Imigração do Japão

Resumo em uma frase: Pelos novos critérios em vigor a partir de 16 de outubro de 2025, as exigências centrais do visto japonês de Gestão Empresarial (経営管理ビザ) foram amplamente reforçadas: o capital social subiu de 5 milhões para 30 milhões de ienes, passou a ser obrigatória a contratação de funcionários em tempo integral, exige-se proficiência em japonês equivalente ao JLPT N2, é necessário ter mestrado/doutorado ou 3 anos de experiência em gestão, e o plano de negócios deve obrigatoriamente ser avaliado por um especialista designado. Neste artigo, explicamos item por item os requisitos concretos e os pontos práticos mais importantes.


Visão geral das condições: entenda os novos critérios em uma tabela

ItemExigência do novo critério (a partir de 16/10/2025)DificuldadeReferência do critério anterior
Capital social30 milhões de ienes ou mais★★★★★Antes: 5 milhões (ou contratação de 2 funcionários como alternativa)
Funcionários em tempo integralObrigatório contratar★★★★Antes: podia substituir o capital social (uma das duas opções)
Proficiência em japonêsJLPT N2 ou superior★★★★Antes: sem exigência formal
Experiência em gestão / formação acadêmicaMestrado/doutorado ou 3 anos de experiência★★★Antes: sem exigência formal
Plano de negóciosViável e sustentável + avaliação de especialista★★★★★Antes: bastava redigir e enviar
EscritórioEscritório físico independente★★★★Sem mudança
Status de gestorAtuação real em gestão/administracão★★★Sem mudança, mas com fiscalização mais rígida
Antecedentes criminaisSem infrações gravesSem mudança
Classificação do estabelecimentoカテゴリー 1-4Sem mudança

⚠️ Se você já leu algum guia dizendo que o visto de Gestão Empresarial pode ser obtido “com apenas 5 milhões de ienes”, essa informação está completamente desatualizada. Sob o novo critério, o nível de exigência subiu em todas as frentes.

Regra de transição

  • Solicitações enviadas antes de 16 de outubro de 2025 seguem o critério antigo
  • Quem já possui visto de Gestão Empresarial terá um período de transição de 3 anos, até outubro de 2028
  • Após outubro de 2028, todos deverão cumprir os novos critérios

A seguir, analisamos cada ponto em detalhe.


Análise detalhada da exigência de capital social

De 5 milhões para 30 milhões: um salto de 6 vezes

No novo critério, a mudança central no texto é a seguinte:

O capital social mínimo sobe de 5 milhões de ienes para 30 milhões de ienes, e o modelo antigo de “5 milhões de capital social ou contratação de 2 funcionários em tempo integral” deixa de existir. Os 30 milhões passam a ser um requisito obrigatório, e a contratação de funcionário em tempo integral torna-se outro requisito obrigatório e independente.

Essa é a mudança mais visível e também a mais impactante. Para a maioria dos empreendedores, 30 milhões de ienes não é um valor pequeno.

Comprovação da origem dos recursos: análise mais rigorosa para 30 milhões

Quanto maior o valor, mais rigorosa tende a ser a análise da Imigração sobre a origem do dinheiro. Será necessário apresentar uma explicação do processo de formação dos recursos(資金形成過程の説明書). Fontes normalmente aceitas incluem:

  • Economias pessoais: é preciso apresentar extratos bancários de vários anos para demonstrar acumulação gradual
  • Doação de familiares: exige prova dos recursos do doador + carta confirmando a intenção da doação (e comprovação oficial do vínculo familiar)
  • Venda de ativos no exterior: contrato de venda de imóvel, comprovantes de liquidação de ações etc.
  • Aporte de sócios: várias pessoas podem reunir os 30 milhões, mas é preciso explicar o papel de cada uma
  • Empréstimo: é possível, mas um financiamento nesse patamar exige um plano de pagamento muito convincente

Situação mais problemática: aparecer um depósito elevado pouco antes da solicitação, sem origem claramente explicada. Em um caso de 30 milhões, a Imigração tende a ser ainda mais sensível a movimentações financeiras atípicas.

見せ金 (dinheiro apenas para aparência): risco ainda maior no novo critério

Pegar dinheiro emprestado para fingir capital social e devolvê-lo logo após registrar a empresa já era uma causa clara de recusa no antigo critério de 5 milhões. Com 30 milhões, é ainda menos provável que isso passe despercebido.

Formas de verificação da Imigração:

  • Comparação dos saldos bancários antes e depois do registro
  • Solicitação adicional de extratos bancários dos meses seguintes à constituição da empresa
  • Cruzamento com as informações de registro no 法務局

Recomendação: após o aporte do capital social, use os recursos para despesas normais do negócio, como aluguel, equipamentos, estoque e salários. Os 30 milhões fornecem capital operacional suficiente, e a Imigração espera ver esse dinheiro efetivamente “sendo usado na atividade empresarial”.

É possível integralizar em parcelas?

Não. No momento da constituição, o capital social já deve atingir 30 milhões de ienes. Esse é um requisito objetivo para o pedido do visto.

O capital social pode ser usado para pagar salários e aluguel?

Sim. Depois do registro, esse valor passa a ser capital de operação da empresa, e pode ser usado para despesas normais do negócio. Do ponto de vista da análise do visto, o importante é não sacar grandes valores logo após o registro nem transferi-los para conta pessoal. Gastos empresariais razoáveis são esperados.


Exigência de contratação de funcionário em tempo integral

De “opção alternativa” para “obrigação”

Essa é uma mudança do novo critério que muitas vezes passa despercebida, mas é extremamente importante.

Critério antigo: capital social de 5 milhões de ienes ou contratação de 2 funcionários em tempo integral, com escolha entre as duas opções.
Novo critério: capital social de 30 milhões de ienes e contratação de funcionário em tempo integral, ou seja, ambos passam a ser obrigatórios.

Isso significa que a fase da “empresa de uma pessoa só” para solicitar o visto de Gestão Empresarial chegou ao fim.

Requisitos dos funcionários

  • Devem ser contratados como 常勤 (tempo integral); trabalho de meio período, como パート ou アルバイト, não conta
  • O funcionário deve ter qualificação para trabalhar no Japão sem restrição, como japonês, residente permanente, cônjuge de residente permanente, 定住者 etc.
  • É necessário um contrato formal de trabalho(雇用契約書)
  • Também é preciso adesão ao seguro social, incluindo 厚生年金 e 健康保険

Operação prática

  • O planejamento de contratação precisa começar já na etapa de constituição da empresa
  • No pedido do visto, deve-se apresentar contrato de trabalho já assinado ou, no mínimo, um plano de contratação detalhado
  • O salário precisa ser razoável, acima do salário mínimo e compatível com o padrão do setor

Impacto nos custos

Um funcionário em tempo integral costuma custar cerca de 180 mil a 300 mil ienes por mês, e ainda há a parcela do seguro social arcada pela empresa, em torno de 15% do salário mensal. O custo anual por funcionário tende a ficar entre 2,6 e 4,2 milhões de ienes. Trata-se de uma nova despesa fixa e contínua.


Exigência de japonês: JLPT N2

De “seria melhor ter” para “sem isso não dá”

No critério antigo, a proficiência em japonês era apenas um ponto favorável na análise. Mesmo sem saber japonês, ainda era possível obter o visto, desde que o plano de negócios explicasse como a barreira linguística seria resolvida.

O novo critério passou a exigir expressamente que o solicitante tenha nível de japonês equivalente a JLPT(日本語能力試験)N2 ou superior.

O que significa N2?

O JLPT N2 corresponde à capacidade de compreender o japonês usado em situações do dia a dia e, em certa medida, entender artigos de jornal e revista sobre temas variados, além de acompanhar conversas em velocidade normal.

Para chineses há vantagem pelo uso de kanji, mas gramática e compreensão auditiva ainda exigem estudo sistemático. Para quem começa do zero, atingir N2 normalmente leva de 6 a 12 meses.

Calendário da prova

  • O JLPT é realizado mundialmente duas vezes por ano, em julho e dezembro
  • O resultado costuma sair cerca de 2 meses após a prova
  • As inscrições geralmente abrem 3 a 4 meses antes do exame

Outros exames de japonês são aceitos?

Até o momento, o novo critério menciona explicitamente o JLPT. Ainda não está totalmente claro se outras certificações de japonês, como J-TEST, NAT-TEST ou BJT, também serão aceitas. A recomendação é tomar o JLPT N2 como padrão, pois essa é a opção com menos margem para questionamentos.

Orientação prática

Se você pretende solicitar o visto de Gestão Empresarial, mas ainda não tem o certificado N2: comece agora mesmo a se preparar para o exame. Isso deixou de ser apenas uma recomendação e passou a ser uma condição obrigatória prévia.


Exigência de experiência em gestão ou formação acadêmica

Nova barreira: provar que você tem capacidade para administrar o negócio

O critério antigo não trazia exigência objetiva sobre formação acadêmica ou experiência do solicitante. Já o novo critério cria uma condição clara de acesso:

Basta cumprir uma das opções abaixo:

  • Ter mestrado(修士)ou doutorado(博士); ou
  • Possuir 3 anos ou mais de experiência em gestão empresarial ou administração

Como a experiência em gestão pode ser reconhecida?

  • Já ter aberto e administrado uma empresa de fato, inclusive no exterior; será preciso apresentar documentos de registro da empresa, comprovantes fiscais etc.
  • Ter exercido cargo de gestão em empresa, como gerente de departamento ou posição superior; será preciso comprovar com declaração da empresa, organograma, cartão de visita etc.
  • A experiência não precisa ser no mesmo setor nem no mesmo país
  • Os 3 anos não precisam ser contínuos, mas devem ser explicados de forma coerente

Caminho pela formação acadêmica

  • O mestrado ou doutorado não precisa ser em área específica; não é obrigatório que seja MBA ou administração
  • É necessário apresentar diploma ou certificado de grau acadêmico; diplomas estrangeiros podem exigir validação
  • Esse é um caminho viável para muitos empreendedores mais jovens

E se eu não cumprir nenhum dos dois requisitos?

Se você não tem nem mestrado/doutorado nem 3 anos de experiência em gestão, então, pelo novo critério, ainda não preenche as condições para solicitar o visto. Nesse caso, a recomendação é:

  1. Primeiro acumular experiência em gestão, por exemplo avançando para um cargo administrativo dentro de uma empresa
  2. Considerar cursar um mestrado, inclusive um programa de MBA no Japão
  3. Verificar se alguma experiência passada pode ser reconhecida como “experiência em gestão”

Análise detalhada das exigências de escritório

As exigências relativas ao local de trabalho permanecem basicamente as mesmas do critério antigo. O padrão de análise da Imigração não mudou por causa do novo critério, e continua bastante rigoroso.

Visão geral da viabilidade por tipo de espaço

TipoViabilidadeRiscoSituação indicada
Escritório independente alugado✅ Mais recomendadoBaixoTodos os tipos de atividade
Uso misto residencial/comercial(住居兼事務所)⚠️ Possível com condiçõesMédioNegócios pequenos e individuais
Coworking(シェアオフィス)⚠️ Possível com condiçõesMédio a altoDesde que cumpra requisitos específicos
Escritório virtual(バーチャルオフィス)❌ Em regra, não aceitoMuito altoNão recomendado
Imóvel próprio✅ PossívelBaixoPara quem tem capacidade de compra

Escritório independente: a opção mais segura

  • Contrato de locação de espaço independente com indicação de uso como 「事務所」 ou 「店舗」
  • Preferencialmente contrato em nome da empresa (em nome da pessoa física também pode, mas em nome da empresa é melhor)
  • Entrada independente e placa com o nome da empresa(表札)
  • A área não precisa ser grande; um pequeno escritório de 10 a 20 m² pode ser suficiente

Referência de custo: nos 23 bairros centrais de Tóquio, um pequeno escritório costuma custar de 50 mil a 150 mil ienes por mês; em cidades do interior, pode cair para algo entre 30 mil e 80 mil ienes.

Uso misto residencial/comercial: possível, mas com exigências rigorosas

É preciso cumprir requisitos como separação física em espaço distinto, autorização do proprietário(事務所使用承諾書), identificação independente e alteração de finalidade de uso. No novo critério, como você também precisa contratar funcionários, a viabilidade de usar apenas um imóvel residencial fica ainda menor: onde esses funcionários irão trabalhar?

Coworking: possível com condições

É necessário ter assento fixo, recebimento independente de correspondência, espaço para reuniões e armazenamento exclusivo. Com o novo critério, entra ainda outra questão: o espaço é suficiente para acomodar você e seus funcionários?

Escritório virtual: não vale o risco

Esse tipo de estrutura é claramente não aceito. Mesmo que sua atividade seja totalmente online, ainda será necessário um espaço físico de trabalho.


Plano de negócios + avaliação de especialista

Análise de autenticidade do negócio: como a Imigração julga?

Essa é a parte mais central e mais subjetiva de todo o processo. O novo critério acrescenta a etapa de avaliação por especialista, tornando a análise mais estruturada.

Eixos centrais da análise

  1. Concretude do negócio: o que você vai fazer, como vai fazer e para quem vai vender?
  2. Razoabilidade da receita: a projeção de faturamento tem base real? A margem bruta faz sentido?
  3. Realismo de mercado: esse mercado de fato existe? A análise da concorrência foi feita?
  4. Possibilidade de continuidade: prejuízo no primeiro ano pode ser compreensível, mas quando o negócio deve passar a dar lucro?
  5. Relação entre o solicitante e o negócio: por que justamente você vai fazer isso? Que experiência ou recursos possui?
  6. Razoabilidade do plano de pessoal (novo ponto de destaque): quantas pessoas você pretende contratar, para quais cargos e com qual remuneração?

Explicação detalhada do sistema de avaliação por especialista

Desde 16 de outubro de 2025, o plano de negócios deve ser apresentado junto com um parecer de avaliação emitido por um especialista designado.

Quem pode fazer essa avaliação?

  • 中小企業診断士
  • 公認会計士
  • 税理士

Um 行政書士 que não tenha também uma das qualificações acima não pode atuar como especialista avaliador.

Fluxo: preparar o plano de negócios → pedir revisão ao especialista → o especialista emite o parecer de avaliação → ambos são enviados à Imigração

Custo: cerca de 50 mil a 200 mil ienes, dependendo do grau de complexidade do plano.

Vantagem para você: na prática, o especialista costuma apontar falhas ou inconsistências no plano, funcionando como uma revisão profissional paga. Um plano de negócios que já passou por avaliação especializada também tende a ter maior credibilidade perante a Imigração.

Tipos de negócio com maior chance de aprovação

  • Comércio exterior (importação e exportação): com fornecedores e canais de clientes claramente definidos
  • 飲食店 (restaurante/alimentação): com contrato do ponto já assinado e licenças comerciais obtidas
  • IT / desenvolvimento de software: com clientes já contratados ou projetos concretos
  • Mercado imobiliário: com qualificação de 宅建士 ou portfólio claro de imóveis

Situações que costumam gerar recusa

  • Plano de negócios excessivamente vago
  • Conteúdo do negócio sem qualquer relação com a experiência pessoal do solicitante
  • Negócio claramente individual que não exige um “gestor”
  • Projeções financeiras que não resistem à análise do especialista
  • Ausência total de preparação prévia

Sistema de カテゴリー: em qual categoria sua empresa se enquadra?

O sistema de カテゴリー não sofreu grandes mudanças com o novo critério, mas entendê-lo é importante para preparar a documentação corretamente.

As quatro categorias

カテゴリーTipo de empresaExemplos típicos
1Empresas listadas em bolsa etc.Empresas abertas, pessoas jurídicas japonesas de estatais
2Com retenção na fonte de 15 milhões de ienes ou maisEmpresas de médio e grande porte
3Com histórico fiscal, mas abaixo de 15 milhõesPequenas e médias empresas já em operação
4Empresas que não se enquadram nas anterioresEmpresas recém-criadas e pequenos negócios

Impacto prático na solicitação

Categorias 1 e 2: documentação muito mais simplificada e análise mais rápida.
Categoria 3: exigência documental padrão.
Categoria 4: análise mais rigorosa de todas. A grande maioria dos solicitantes iniciais se enquadra aqui e precisa apresentar o conjunto mais completo de documentos.

📌 Conforme a empresa cresce, pode ser que na renovação do visto ela passe para a categoria 3 ou até 2. Para os cuidados na renovação, consulte explicação detalhada dos documentos para renovação.


FAQ: dúvidas frequentes sobre as condições do visto de Gestão Empresarial

Q1: Os 30 milhões de ienes do capital social podem ser usados para pagar aluguel e salários?

Sim. Depois da constituição da empresa, o capital social passa a ser recurso operacional, e pode ser usado para despesas normais do negócio. Na verdade, a Imigração espera ver esse dinheiro sendo utilizado de forma razoável na atividade empresarial.

Q2: Se forem dois sócios contribuindo com 15 milhões cada, totalizando 30 milhões, isso pode?

Pode, mas há risco. Se os dois pretendem solicitar o visto de Gestão Empresarial, será necessário explicar claramente a divisão de funções e a necessidade de ambos. Na prática, costuma haver mais chance de aprovação quando uma pessoa obtém o visto de Gestão Empresarial e a outra participa por outro tipo de vínculo.

Q3: Posso usar lucro com criptomoedas como origem do capital social?

Em tese, sim, mas a comprovação é muito difícil. Será necessário apresentar histórico completo das transações, comprovantes de conversão para moeda fiduciária e extratos bancários mostrando a entrada do dinheiro. Para valores na faixa de 30 milhões de ienes, a análise da Imigração tende a ser ainda mais cautelosa.

Q4: É mais fácil solicitar do exterior ou fazer mudança de status já estando no Japão?

Em geral, a mudança de status dentro do Japão tende a correr melhor, porque já existe histórico de residência e atividades no país, o que a Imigração pode levar em conta. A solicitação do exterior exige um colaborador no Japão para apresentar o COE, e o processo costuma ser mais longo.

Q5: Posso registrar a empresa e pedir o visto ao mesmo tempo?

Não. Há uma ordem a seguir. Primeiro registrar a empresa → obter licenças, se necessário → conseguir a avaliação do especialista → solicitar o visto.

Q6: O visto de Gestão Empresarial costuma ser concedido por quantos anos?

Na primeira concessão, normalmente é de 1 ano. Na renovação, dependendo da situação do negócio, é possível receber 1 ou 3 anos. A concessão de 5 anos é menos comum e costuma aparecer em casos de gestores de empresas a partir da categoria 2.

Q7: Quando acontece o JLPT N2? Quantas vezes por ano?

A prova ocorre duas vezes por ano, em julho e dezembro, com resultado cerca de 2 meses depois. Se você ainda não tem o N2, comece a se preparar agora.

Q8: Se a empresa estiver no vermelho, a renovação do visto será recusada?

Não necessariamente, mas prejuízos contínuos são um fator de risco. Sob o novo critério, a análise da renovação também ficou mais rigorosa. Será necessário apresentar um 事業改善計画書 explicando como pretende recuperar o negócio. Veja os detalhes em explicação detalhada dos documentos para renovação.

Q9: Trabalho com e-commerce ou compras por encomenda. Ainda posso obter o visto de Gestão Empresarial?

Sob o novo critério, a barreira ficou alta: capital social de 30 milhões, contratação de funcionário, avaliação especializada. Um negócio de compras por encomenda em escala puramente individual dificilmente atenderá a essas condições. Já uma operação de e-commerce estruturada e com escala ainda pode ser viável.

Q10: Depois de obter o visto de Gestão Empresarial, em quanto tempo posso pedir residência permanente?

Em princípio, após 10 anos consecutivos de residência no Japão, sendo os 5 anos mais recentes com visto de trabalho. Pelo sistema de pontos para altamente qualificados, esse prazo pode ser reduzido para 3 anos com 70 pontos, ou 1 ano com 80 pontos.


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Este conteúdo foi organizado com base em materiais públicos da 出入国在留管理庁 e na prática profissional, e serve apenas como referência geral. Não constitui orientação jurídica. Como pedidos de visto dependem de análise individual de cada caso, recomenda-se consultar um 行政書士 ou advogado especializado em imigração para receber orientação adequada à sua situação concreta.

Última atualização: março de 2026

📎 Baseado em dados oficiais da Agência de Serviços de Imigração do Japão

Última atualização:2026-03-01